quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Coisas de Sílvia

Alguém se lembra daquelas brincadeiras de criança? Talvez não, mas nós, Bro’as, lembramo-nos de tudo porque sempre fomos só nós, desde a primária. E porque não outras amigas? – Porque as que temos bastam.

Lembrei-me agora de um episódio mesmo engraçado que ocorreu há uns 8 ou 9 anos atrás, quando a Lala e o Hugo estavam na minha casa, na lavandaria e começámos com brincadeiras estúpidas (mas isso já é normal) e numa das quais, a Lala fechou à chave a sua boneca, a boneca que ela mais gostava no meu armário. Pôs a chave em cima do computador velho (sim velho, porque quando ligávamos aparecia o ecrã a verde e só dava mesmo para escrever) e sem mais, nem menos, alguém teve a ideia de imitar o Hulk (aquele desenho animado grande e verde). A Lala com as suas ideias mesmo fantásticas, decidiu agarrar no computador e abaná-lo e jogá-lo contra a parede (eu não atirei nada contra parede nenhuma, Sílvia, apenas abanei), sei lá, fez tanta coisa que eu e o Hugo partimo-nos a rir, mas, rápido, isso mudou, quando já vimos a Lala a chorar, depois de se lembrar que a chave do armário estáva em cima do computador e agora, já estáva dentro ou seja, entrou pelos buraquinhos em cima do computador.
Foi um desgosto, era a boneca preferida dela, eu e o Hugo queríamos rir mas, também queríamos ajudar a recuperar a chave porque a Lala não podia ir para casa, sem a sua querida boneca. Mas assim teve que ser, no dia a seguir não sei o que é que o meu pai teve a fazer, penso que abriu o computador para tirar a chave e recuperámos a boneca. A Lala ficou feliz da vida.

São destas coisas que nos lembramos e hoje em dia, recorda-mo-las com risos e também pensamos ‘Mas que estupidez’ mas como já disse e volto a dizer - NÓS SOMOS ASSIM!


Por Sílvia Spínola em (o titulo é segredo)



Eu a fingir que não sabia, que sabia, que ela não estava a dormir.

Laura e Sílvia a contar desde, bem, há muito tempo. x)

domingo, 15 de agosto de 2010

Ideias.

Às vezes esqueço-me do porquê de ter escolhido o agrupamento de artes. Tantas vezes sou invadida por uma sensação de incerteza, e mil e uma vezes volto ao passado e revejo-me a escrever "artes visuais" no papel da matricula. Nunca me irei esquece desse momento, porque tudo poderia ser diferente por causa de duas simples palavras.
Mas quando sou só eu e o meu trabalho são nestas alturas que tudo se torna claro para mim.
Sou só eu e as tintas, as colas, os lápis, os pincéis, o papel, as cores e o melhor de tudo as ideias.
As ideias, as ideias e mais as ideias, percorre-me um fluxo de adrenalina cada vez que tenho um daquelas flashs maravilhosos que me resolvem os problemas.
É como um clarão, intendo, rápido, assustador, por vezes, as peças encaixam todas e à minha frente, nasce algo diferente e completo. Paz, é o que vem a seguir e logo depois, um vómito de ideias ainda mais desmioladas e sem nexo que por qualquer razão quando juntas, formam aquilo que é a minha vida.
Tudo separado, por alguma razão liga-se e corresponde.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Matemática mata

Hoje eu e as minhas amigas chegámos a uma triste (talvez nem tanto, ok nada, só gostava mesmo de um deles, portanto) conclusão: Aconteceu alguma coisa de grave a todos os nosso professores de matemática até ao ano em que a nossa turma se separou. Duas das professoras têm cancro da mama, um teve que ser operado a qualquer coisa relacionada com o olho e uma encontra-se em estado desconhecido, mas se todos os 3 sofreram qualquer coisa, supomos que esta também deve estar doente. Pois é, nos amaldiçoámos professores e resultou.
Se está a ler isto e pensa em seguir carreira como professor de Matemática, pense duas vezes.





Professor, pedimos imensa desculpa que tenha sido apanhado no meio das nossas maldições, não foi de propósito, nós gostávamos mesmo de si.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Arrependimento

Tudo aquilo que tu fazes
Faz aquilo que tu és
Se te arrependes do que fazes
Arrependes-te de ser quem és.

Do you?
I Don't! (:

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Paixão por fazer sentir

Sempre considerei a letra a parte mais importante, quase, de uma música, entretanto estive a ouvir Pavarroti, conclusão: Não percebi corno do que ele estava a dizer e no entanto, correu um rio pela minha cara, senti tudo, percebendo nada. Senti. Senti todas as notas, todos os sons, todas as expressões do seu rosto, até as palmas do público no fim, senti tudo isto sem precisar de entender uma palavra que fosse. Senti um calor apaixonante por sentir e fazer sentir, foi reconfortante, foi radical.
Pessoas assim, que nos fazem sentir, sem ser preciso perceber, esses sim são os artistas e quem me dera a mim um dia, fazer a alguém o que este senhor me fez agora, mesmo depois de morto. Seria a pessoa mais feliz do Mundo.




Bem, mas no tempo deste senhor, ele tinha mesmo que fazer sentir, porque o truque de gravar os vídeos nuns calções minúsculos só para vender a música era capaz de não lhe trazer tanto proveito como à Miley Cyrus. (;

domingo, 8 de agosto de 2010

Memória

- Alguém a esfregar o dedo no ecrã do telemóvel como se a vida dependesse disso -
Pessoa1:- Não vale a pena isso não é de touch...
Alguém: - Então como é que passas para baixo?
Grupo de pessoas: ..... (....) o.o .... Nas teclas?...

Por motivos de embaraço total não revelo nomes.
Depois diz que não gosto de ti (;

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Querido Diário

"(...) quando iamos a entrar um ovo de chocolate daqueles que a professora nos tinha dado caiu no chão e o J.P agarrou-o e comeu-o foi um horror."

"Hoje eu dise ha professora que o J.P comeu o meu chocolate e ele ficou toudo amuado."

2004 - 9, 10 anos.


Se este era o meu maior problema na altura e agora me parece absurdo, talvez se eu esperar mais 6 anos, os de agora, me pareçam, também, disparatados, basta esperar.