Iza: Isto é bue de chato! --'
Prof: Oh Ana! Tá bem hoje??
Iza: Estou sempre bem...
Prof: Pois, mas ainda não fez nada hoje...
Iza: Pois, é por isso mesmo que estou bem!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
O lado C da vida
Amanhã é dia de teste de matemática e eu como pessoa tradicional que sou, continuo sem perceber nada disto na véspera. Talvez consiga perceber durante a noite o suficiente para um 10, se chegar a 10...
Vejamos então os vários tipos de estudantes de matemática:
1- Pessoal marrão que estuda, estuda e continua a estudar mas no fim tem um 13, mesmo estudando 5 semanas antes do teste; (Estes são os típicos lambe botas dos professores);
2- Os inteligentes, que não estão atentos nas aulas, não estudam e caem-lhes 15 do céu;
3- Os típicos estudante de véspera, que estiveram atentos nas aulas, e estão a rever a matéria neste momento para terem um 15 ou um 16, os mais avançados conseguem notas como 18 e 19
E depois existe o quarto tipo com três variantes:
4 a) Pessoal que está a ver a matéria pela primeira vez e nunca se irá safar, mas mesmo assim perde tempo a abrir o caderno; (6, 7)
4 b) Pessoal que nunca viu a matéria nem nunca irá ver, só durante o teste e nas perguntas, (notas: 3, 4, 5 no máximo)
4 c) Pessoal que viu a matéria várias vezes mas não percebeu e está neste momento a fazer planos maléficos para dominar o mundo, porque acha a matéria um desperdício de tempo e não percebe nada daquilo, sendo assim, dedica-se a outras ciências, nomeadamente, este tipo de coisa que eu estou aqui a fazer, em medida para aliviar a frustração por os planos maléficos não terem, de todo, resultado e o mundo continuar nas mãos de pessoal incompetente. Contudo este último tipo, arranja ainda consciência suficiente para afirmar o seguinte:
ESTOU TÃO LIXADA.
* As pessoas não são todas iguais, somos todos únicos e especiais, não fiques preocupado se não te enquadrares em nenhum dos padrões. Não cortes os pulsos, nem tentes suicidar-te, não vale a pena meu.

*babble


*yogurt
Vejamos então os vários tipos de estudantes de matemática:
1- Pessoal marrão que estuda, estuda e continua a estudar mas no fim tem um 13, mesmo estudando 5 semanas antes do teste; (Estes são os típicos lambe botas dos professores);
2- Os inteligentes, que não estão atentos nas aulas, não estudam e caem-lhes 15 do céu;
3- Os típicos estudante de véspera, que estiveram atentos nas aulas, e estão a rever a matéria neste momento para terem um 15 ou um 16, os mais avançados conseguem notas como 18 e 19
E depois existe o quarto tipo com três variantes:
4 a) Pessoal que está a ver a matéria pela primeira vez e nunca se irá safar, mas mesmo assim perde tempo a abrir o caderno; (6, 7)
4 b) Pessoal que nunca viu a matéria nem nunca irá ver, só durante o teste e nas perguntas, (notas: 3, 4, 5 no máximo)
4 c) Pessoal que viu a matéria várias vezes mas não percebeu e está neste momento a fazer planos maléficos para dominar o mundo, porque acha a matéria um desperdício de tempo e não percebe nada daquilo, sendo assim, dedica-se a outras ciências, nomeadamente, este tipo de coisa que eu estou aqui a fazer, em medida para aliviar a frustração por os planos maléficos não terem, de todo, resultado e o mundo continuar nas mãos de pessoal incompetente. Contudo este último tipo, arranja ainda consciência suficiente para afirmar o seguinte:
ESTOU TÃO LIXADA.
* As pessoas não são todas iguais, somos todos únicos e especiais, não fiques preocupado se não te enquadrares em nenhum dos padrões. Não cortes os pulsos, nem tentes suicidar-te, não vale a pena meu.
*babble
*yogurt
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
ODEIO TERÇAS ODEIO TERÇAS ODEIO TERÇAS ODEIO GEOMETRIA
Queria ir dormir porque amanhã é dia e é um dia daqueles longos, exaustivos e acima de tudo chatos e iguais a tantos outros. Quase que posso prever o que irá acontecer:
Vou acordar às 8, porque estou aqui neste momento, vou levantar-me atrofiada, hei-de correr pelas escadas abaixo a pensar nos trabalhos de geometria que não fiz, procurar uma roupa e voar porta fora depois de beber um copo de leite. O que irá acompanhar o copo, só o dirá o meu humor de amanhã.
Vou ver uns 3 gatos pelo caminho e cão o da vizinha há-de vir atrás de mim atormentar-me com aquele humor de cão, que irónico. Não gosto nada dele. Entretanto irei pensar numa estratégia para conseguir fazer os trabalhos de geometria.
Vou chegar à escola, o cartão não vai apitar à primeira, nunca apita. Vou voltar um passo atrás, furiosa e amaldiçoar a maldita máquina, o cartão, o tempo, o porteiro etecetera e tal.
Seguido isto, andarei mais rápido um bocadinho para compensar o tempo perdido na máquina e irei queixar-me das pernas que me vão doer graças às ginásticas de hoje.
Subirei as escadas queixando-me porque agora as pernas vão doer-me mais do que nunca, vou chegar ao terceiro piso exausta, quase que parecerá que neste curto espaço de 20 minutos passou uma semana.
Quando chegar à sala a professora e todos os meus restantes colegas já lá estarão, porque eu sou sempre, mas sempre a última a chegar, apesar de provavelmente ser a pessoa que mora mais perto da escola. E porquê? Porque estou aqui a escrever em vez de estar a dormir.
A aula de português será secante, mais secante que um sol de verão no dia mais quente do ano. Vamos falar de peixes, ou de feijões ou de qualquer coisa estúpida e realmente antiga, que tirando a professora que se mostra sempre muito entusiasmada, não nos interessará minimamente, nem nos despertará a mais pequena das curiosidades. Para mim, as melhores aulas de português este ano, são as dos testes.
No intervalo maior, vou desistir da ideia de fazer os trabalhos de geometria.
Geometria seguir-se-á, e que se engane aquele que pensa que as coisas melhoram, não melhoram não. O professor stressa-me, todos os dias, todas as horas. Exercícios, exercícios, exercícios, testes, exames, mais exercícios, não importa perceber a matéria, importa acabar de dar a matéria, de por onde der, nem que seja preciso matar alguém, o importante é dar a matéria e fazer os exercícios, quem não percebeu, que se lixe. Regra geral, saio desta aula deprimida, porque tenho sempre a sensação que toda gente percebeu menos eu.
E claro, ele irá mandar uns 20 exercícios para já amanhã, porque realmente nós não temos nada melhor nem mais importante para fazer do que os desgraçados exercícios de geometria. AMÉN
Segue-se inglês a única aula normal que eu tenho este ano, às vezes é chato, às vezes não. Amanhã continuaremos a fazer um trabalho que me parece interessante, por isso estou optimista em relação a isto, possivelmente será o ponto alto do meu dia. Sim, é bem triste.
Duas horas de almoço extra deprimentes de conversa deprimente e trabalhos de geometria. Não, não vamos fazer os trabalhos, vamos falar sobre eles e stressar.
Depois segue-se desenho e sinceramente já não tenho capacidades para descrever desenho. Há dias em que é simplesmente mau de mais. Outros, é a melhor coisa que nos pode acontecer, limpa-nos a mente. Até claro, ela ser invadida pelos trabalhos de geometria e o stress voltar a instalar-se confortavelmente.
Finalmente, no fim do dia, chegarei a casa e irei... adivinhem lá!...
FAZER OS TRABALHOS DE GEOMETRIAAAAAAAAAAAAA
Ou pelo menos, tentar.
Vou acordar às 8, porque estou aqui neste momento, vou levantar-me atrofiada, hei-de correr pelas escadas abaixo a pensar nos trabalhos de geometria que não fiz, procurar uma roupa e voar porta fora depois de beber um copo de leite. O que irá acompanhar o copo, só o dirá o meu humor de amanhã.
Vou ver uns 3 gatos pelo caminho e cão o da vizinha há-de vir atrás de mim atormentar-me com aquele humor de cão, que irónico. Não gosto nada dele. Entretanto irei pensar numa estratégia para conseguir fazer os trabalhos de geometria.
Vou chegar à escola, o cartão não vai apitar à primeira, nunca apita. Vou voltar um passo atrás, furiosa e amaldiçoar a maldita máquina, o cartão, o tempo, o porteiro etecetera e tal.
Seguido isto, andarei mais rápido um bocadinho para compensar o tempo perdido na máquina e irei queixar-me das pernas que me vão doer graças às ginásticas de hoje.
Subirei as escadas queixando-me porque agora as pernas vão doer-me mais do que nunca, vou chegar ao terceiro piso exausta, quase que parecerá que neste curto espaço de 20 minutos passou uma semana.
Quando chegar à sala a professora e todos os meus restantes colegas já lá estarão, porque eu sou sempre, mas sempre a última a chegar, apesar de provavelmente ser a pessoa que mora mais perto da escola. E porquê? Porque estou aqui a escrever em vez de estar a dormir.
A aula de português será secante, mais secante que um sol de verão no dia mais quente do ano. Vamos falar de peixes, ou de feijões ou de qualquer coisa estúpida e realmente antiga, que tirando a professora que se mostra sempre muito entusiasmada, não nos interessará minimamente, nem nos despertará a mais pequena das curiosidades. Para mim, as melhores aulas de português este ano, são as dos testes.
No intervalo maior, vou desistir da ideia de fazer os trabalhos de geometria.
Geometria seguir-se-á, e que se engane aquele que pensa que as coisas melhoram, não melhoram não. O professor stressa-me, todos os dias, todas as horas. Exercícios, exercícios, exercícios, testes, exames, mais exercícios, não importa perceber a matéria, importa acabar de dar a matéria, de por onde der, nem que seja preciso matar alguém, o importante é dar a matéria e fazer os exercícios, quem não percebeu, que se lixe. Regra geral, saio desta aula deprimida, porque tenho sempre a sensação que toda gente percebeu menos eu.
E claro, ele irá mandar uns 20 exercícios para já amanhã, porque realmente nós não temos nada melhor nem mais importante para fazer do que os desgraçados exercícios de geometria. AMÉN
Segue-se inglês a única aula normal que eu tenho este ano, às vezes é chato, às vezes não. Amanhã continuaremos a fazer um trabalho que me parece interessante, por isso estou optimista em relação a isto, possivelmente será o ponto alto do meu dia. Sim, é bem triste.
Duas horas de almoço extra deprimentes de conversa deprimente e trabalhos de geometria. Não, não vamos fazer os trabalhos, vamos falar sobre eles e stressar.
Depois segue-se desenho e sinceramente já não tenho capacidades para descrever desenho. Há dias em que é simplesmente mau de mais. Outros, é a melhor coisa que nos pode acontecer, limpa-nos a mente. Até claro, ela ser invadida pelos trabalhos de geometria e o stress voltar a instalar-se confortavelmente.
Finalmente, no fim do dia, chegarei a casa e irei... adivinhem lá!...
FAZER OS TRABALHOS DE GEOMETRIAAAAAAAAAAAAA
Ou pelo menos, tentar.
sábado, 8 de janeiro de 2011
A Guerra e os Senhores Pavões.
Da minha lista de coisas para fazer antes de morrer consta um item já criticado por alguém, sobre o qual ainda não tinha reflectido seriamente:
23- Liderar/Participar numa revolução/manifestação/guerra
Não é novidade o meu espírito revolucionário, nem é novidade a minha preocupação por coisas que não me dizem respeito, coisas grande de mais para uma menina. Coisas, que o meu espírito anseia alcançar, fazendo triunfar a justiça. Eu penso assim quase sempre, mas hoje, hoje vi um filme que me fez reflectir sobre a última palavra deste meu desejo: Guerra.
Grande falha a minha ter escrito aquilo ali, pela simples razão de eu não compreender o que é guerra.
Tenho noções e algum conhecimento, mas eu não sei o que é. E não sei porque:
- Tenho princípios; porque seria incapaz de matar alguém para atingir os meus objectivos; Mais, seria incapaz de matar inocentes pelos desejos de outros, ou mesmo os meus.
Guerra é orgulho, guerra é ganância, é luxúria, é estupidez.
Não se justifica morrerem pessoas à fome porque o governo decidiu comprar armas. Armas essas, que levarão à morte dessas mesmas pessoas.
Se quem governa tem tomates para levar à desgraça um pais inteiro, que tenha tomates para sair à rua e ajudar os pobres, que tenha tomates para arregaçar as mangas e trabalhar para recuperar a glória perdida de um povo.
Vitória é de facto, uma palavra que não vai entrar neste jogo. A guerra não se ganha, na guerra NÃO há vitórias, só há perdas e desperdícios, de dinheiros, bens matérias e VIDAS.
Acima de tudo vidas, o dinheiro há-de recuperar-se um dia, os edifícios serão reconstruídos, alguns ficarão melhores até, mais bonitos, mais luxuosos e que bom para vocês senhores pavões, que bom para vocês. Mas e então as vidas? As pessoas, as famílias, os lares destruídos?
O que faz parte de um pais? O que faz uma nação? Qual é para vocês, senhores pavões, o conceito de PÁTRIA?
Todos aqueles iluminados deveriam ajudar os que nada vêem sem ser palavras de um antigo livro mal interpretado. Quando um bebé faz asneira, o mais velho e mais sábio não atira sobre ele! ENSINA-O. E tudo bem que às vezes as pessoas não querem de facto aprender, mas matá-las não é solução, não deveria ser, jamais.
Há o erro e há o perdão, não há só o erro, nem só o perdão. E porquê?...
Pensem nisso senhores pavões de todo o mundo, antes de começarem a matar pessoas que nada têm a ver com as vossas penas coloridas.
23- Liderar/Participar numa revolução/manifestação (não violenta) .
23- Liderar/Participar numa revolução/manifestação/guerra
Não é novidade o meu espírito revolucionário, nem é novidade a minha preocupação por coisas que não me dizem respeito, coisas grande de mais para uma menina. Coisas, que o meu espírito anseia alcançar, fazendo triunfar a justiça. Eu penso assim quase sempre, mas hoje, hoje vi um filme que me fez reflectir sobre a última palavra deste meu desejo: Guerra.
Grande falha a minha ter escrito aquilo ali, pela simples razão de eu não compreender o que é guerra.
Tenho noções e algum conhecimento, mas eu não sei o que é. E não sei porque:
- Tenho princípios; porque seria incapaz de matar alguém para atingir os meus objectivos; Mais, seria incapaz de matar inocentes pelos desejos de outros, ou mesmo os meus.
Guerra é orgulho, guerra é ganância, é luxúria, é estupidez.
Não se justifica morrerem pessoas à fome porque o governo decidiu comprar armas. Armas essas, que levarão à morte dessas mesmas pessoas.
Se quem governa tem tomates para levar à desgraça um pais inteiro, que tenha tomates para sair à rua e ajudar os pobres, que tenha tomates para arregaçar as mangas e trabalhar para recuperar a glória perdida de um povo.
Vitória é de facto, uma palavra que não vai entrar neste jogo. A guerra não se ganha, na guerra NÃO há vitórias, só há perdas e desperdícios, de dinheiros, bens matérias e VIDAS.
Acima de tudo vidas, o dinheiro há-de recuperar-se um dia, os edifícios serão reconstruídos, alguns ficarão melhores até, mais bonitos, mais luxuosos e que bom para vocês senhores pavões, que bom para vocês. Mas e então as vidas? As pessoas, as famílias, os lares destruídos?
O que faz parte de um pais? O que faz uma nação? Qual é para vocês, senhores pavões, o conceito de PÁTRIA?
Todos aqueles iluminados deveriam ajudar os que nada vêem sem ser palavras de um antigo livro mal interpretado. Quando um bebé faz asneira, o mais velho e mais sábio não atira sobre ele! ENSINA-O. E tudo bem que às vezes as pessoas não querem de facto aprender, mas matá-las não é solução, não deveria ser, jamais.
Há o erro e há o perdão, não há só o erro, nem só o perdão. E porquê?...
Pensem nisso senhores pavões de todo o mundo, antes de começarem a matar pessoas que nada têm a ver com as vossas penas coloridas.
23- Liderar/Participar numa revolução/manifestação (não violenta) .
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
UNICEF
Alguém: Olhem só o meu ursinho! Não é fofo??
Alguém2, após observar a palavra "unicef" escrita da barriga do ursinho diz:
- Unicef! Ahhh eu conheço essa loja! Tenho uma pulseira de lá!
Alguém2, após observar a palavra "unicef" escrita da barriga do ursinho diz:
- Unicef! Ahhh eu conheço essa loja! Tenho uma pulseira de lá!
Faz de conta
Fui construir um castelo de cartas no lugar da tua ausência, e que tão grande que ele era!
Empenhei-me, e com afinco dediquei todos os meus dias a decorá-lo para conseguir igualar a sua beleza à que em tempos foi a da minha companhia.
Cada desculpa, cada substituição, tão exuberantes, quase mais que o próprio senhor pavão, rei da exuberância. Não fui nada subtil, eu, nada mesmo, o medo vencia-me, o vazio assustava-me, por isso ignorei as bases fracas daquele meu castelo de papel e carreguei-o com toda a minha esperança, sobrecarreguei-o com todas as nossas recordações, tudo o que fosse digno de uma lágrima minha, foi lá parar.
Sem distinção, as minhas extravagantes decorações empenharam-se em preencher aquele vazio tão feio e tão solitário. Uma a uma ou em conjunto aclaravam a minha visão, inebriavam os meus sentidos, contavam-me histórias de reinos distantes e finais felizes. Cintilavam de tal forma atractiva que seria impossível pensar que alguma vez existira um vazio naquele lugar.
Foi uma grande imprudência da minha parte, pois numa tarde ventosa, o meu castelo de faz de conta, já carregado por todas as minhas emoções foi-se abaixo com um simples sopro de uma brisa gelada de verão. “A sua estação favorita” sussurraram-me, delicadamente ao ouvido as cartas ao cair, vencidas pela tua ausência.
Empenhei-me, e com afinco dediquei todos os meus dias a decorá-lo para conseguir igualar a sua beleza à que em tempos foi a da minha companhia.
Cada desculpa, cada substituição, tão exuberantes, quase mais que o próprio senhor pavão, rei da exuberância. Não fui nada subtil, eu, nada mesmo, o medo vencia-me, o vazio assustava-me, por isso ignorei as bases fracas daquele meu castelo de papel e carreguei-o com toda a minha esperança, sobrecarreguei-o com todas as nossas recordações, tudo o que fosse digno de uma lágrima minha, foi lá parar.
Sem distinção, as minhas extravagantes decorações empenharam-se em preencher aquele vazio tão feio e tão solitário. Uma a uma ou em conjunto aclaravam a minha visão, inebriavam os meus sentidos, contavam-me histórias de reinos distantes e finais felizes. Cintilavam de tal forma atractiva que seria impossível pensar que alguma vez existira um vazio naquele lugar.
Foi uma grande imprudência da minha parte, pois numa tarde ventosa, o meu castelo de faz de conta, já carregado por todas as minhas emoções foi-se abaixo com um simples sopro de uma brisa gelada de verão. “A sua estação favorita” sussurraram-me, delicadamente ao ouvido as cartas ao cair, vencidas pela tua ausência.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Arrogância
Muitos do meus textos são iniciados com um nostálgico "às vezes", queria começar este também, mas não me pareceu bem. Na realidade não é às vezes, é sempre.
Sempre me deixo levar pela mania de fazer as coisas à minha maneira, há quem lhe chame arrogância também. Mas sabem, não é. Arrogante, pensaram vocês agora. Sabem que mais, podem ir todos à merda.
Tenho estas palavras no meu coração, bem cravadas a negrito: Determinação, sonhos, persistência, força, teimosia, intuição, inconformação com o suficiente, coragem. Acima de tudo coragem. Se todas juntas formam uma pessoa arrogante, então sim, sou arrogante e arrogante continuarei sendo. Seguindo aquilo que acho que está certo, aquilo que mesmo que não seja o melhor para mim, é aquilo que me faz sentir eu, aquilo que faz a pessoa que eu sou e aquilo que me fará crescer.
Onde toda a gente vê um não, eu verei um sim, não duvido de mim, não neste momento. Eu sou capaz.
Vou lutar sempre por fazer ver o meu ponto de vista, quem não o quiser ver, que feche os olhos, prometo que não choro por causa disso. E a todos aqueles que quiserem lutar contra, prometo encontrar no fundo do meu conhecimento os mais nobres dos argumentos.
O único sentimento que persiste é coragem, coragem para enfrentar o mundo, coragem para enfrentar-vos a todos. Tenho que admitir que muitas vezes deixo à míngua este sentimento, entregando-me ao desespero, afogo-me em mim mesma, perdida, desesperada, chorando como um bebé, fraca.
E todo este discurso passar-se-me-ia ao lado, completamente ao lado mas dentro de mim, quando eu procuro mais fundo, encontro isto. Coragem, num mundo onde a palavra fraqueza nem sequer faz parte do dicionário.
E repito e sublinho, se ter coragem para mostrar, lutar por e defender os meus pontos de vista é arrogância, ela que entre e se faça dona de mim.
Sempre me deixo levar pela mania de fazer as coisas à minha maneira, há quem lhe chame arrogância também. Mas sabem, não é. Arrogante, pensaram vocês agora. Sabem que mais, podem ir todos à merda.
Tenho estas palavras no meu coração, bem cravadas a negrito: Determinação, sonhos, persistência, força, teimosia, intuição, inconformação com o suficiente, coragem. Acima de tudo coragem. Se todas juntas formam uma pessoa arrogante, então sim, sou arrogante e arrogante continuarei sendo. Seguindo aquilo que acho que está certo, aquilo que mesmo que não seja o melhor para mim, é aquilo que me faz sentir eu, aquilo que faz a pessoa que eu sou e aquilo que me fará crescer.
Onde toda a gente vê um não, eu verei um sim, não duvido de mim, não neste momento. Eu sou capaz.
Vou lutar sempre por fazer ver o meu ponto de vista, quem não o quiser ver, que feche os olhos, prometo que não choro por causa disso. E a todos aqueles que quiserem lutar contra, prometo encontrar no fundo do meu conhecimento os mais nobres dos argumentos.
O único sentimento que persiste é coragem, coragem para enfrentar o mundo, coragem para enfrentar-vos a todos. Tenho que admitir que muitas vezes deixo à míngua este sentimento, entregando-me ao desespero, afogo-me em mim mesma, perdida, desesperada, chorando como um bebé, fraca.
E todo este discurso passar-se-me-ia ao lado, completamente ao lado mas dentro de mim, quando eu procuro mais fundo, encontro isto. Coragem, num mundo onde a palavra fraqueza nem sequer faz parte do dicionário.
E repito e sublinho, se ter coragem para mostrar, lutar por e defender os meus pontos de vista é arrogância, ela que entre e se faça dona de mim.
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